A Meta confirmou que pretende lançar novas opções de assinatura paga no Facebook, Instagram e WhatsApp. A proposta é oferecer aos usuários que aceitarem pagar uma experiência premium, com funcionalidades exclusivas que não estarão disponíveis gratuitamente.
A informação foi confirmada ao site TechCrunch e surge após rumores sobre uma possível assinatura no Instagram. Entre as funções especuladas estaria, por exemplo, a possibilidade de o usuário saber quais perfis que ele segue não o seguem de volta — um recurso bastante pedido por criadores de conteúdo.
Apesar da confirmação, a Meta ainda não detalhou quais funcionalidades farão parte dos pacotes pagos. Segundo a empresa, a ideia é testar diferentes tipos de assinaturas, cada uma específica para uma plataforma: Facebook, Instagram ou WhatsApp.
A companhia afirmou que não existe, por enquanto, uma estratégia fechada. Os recursos serão disponibilizados inicialmente em testes, com foco em entender o interesse do público e o valor percebido pelos usuários.
Inteligência artificial deve fazer parte dos planos
Além das assinaturas, a Meta também confirmou que pretende integrar em seus aplicativos o agente de inteligência artificial Manus, adquirido por cerca de US$ 2 bilhões. A expectativa é que essa tecnologia amplie as funcionalidades oferecidas, especialmente nas versões premium dos aplicativos.
WhatsApp já testa novos recursos
Enquanto isso, o WhatsApp já iniciou testes de novas ferramentas. Uma delas é voltada para administradores de grupos, permitindo fornecer mais contexto aos novos participantes sobre os temas discutidos, facilitando a integração de quem entra depois.
A novidade está em fase beta para usuários de iPhone.
Debate sobre privacidade segue em pauta
O anúncio das assinaturas ocorre em meio a discussões sobre privacidade. A Meta enfrenta um processo nos Estados Unidos em que é acusada de ter acesso a conversas privadas do WhatsApp — alegações que a empresa nega.
Em resposta, a Meta reforçou que as mensagens da plataforma são protegidas por criptografia de ponta a ponta, utilizada há mais de uma década, e classificou as acusações como “falsas e absurdas”.
